DCA e Câncer: Linfoma não-Hodgkin curado em 4 meses (Apresentação do caso)

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Hoje gostaríamos de mostrar o nosso primeiro artigo com base nas vantagens da utilização do dicloroacetato, de acordo com aquilo mencionado na série de casos. O foco é um homem de meia-idade que conseguiu curar seu linfoma não-Hodgkin de estágio IV com o uso de DC.

Mas antes de mais – recordemos brevemente alguns aspetos importantes desse câncer e do dicloroacetato de sódio.

O linfoma não-Hodgkin é um tipo de câncer que nasce nas células do sistema imunológico do corpo – linfócitos T ou B. A principal diferença histológica entre essa doença e uma outra semelhante, conhecida como doença de Hodgkin, é que esse último câncer tem células Reed-Sternberg nas biópsias. O linfoma de Hodgkin é muito mais raro entre as duas doenças. É também um dos cânceres com maior taxa de cura atualmente – a taxa de sobrevivência a 5 anos é de cerca de 90 %. (Ref.)

É comum que um dos primeiros sintomas importantes do linfoma não-Hodgkin é o aumento indolor dos gânglios linfáticos. Os outros sinais da doença incluem febre, perda de peso, fadiga, tosse, falta de ar e suores noturnos. Esse câncer é colocado como hipótese quando os sintomas associados surgem (especialmente o inchaço indolor nos gânglios linfáticos) ou pela descoberta acidental de resultados anormais de análises hematológicas. Depois disso, é feito um exame de sangue para análises posteriores.

Mais importante, a tomografia computadorizada e as biópsias têm um papel importante na determinação do diagnóstico final e da melhor escolha de tratamento possível para esse paciente.
 

  Linfoma não-Hodgkin Linfoma Hodgkin
 Sintomas Inchaço indolor dos gânglios linfáticos, suores noturnos, perda de peso, febre, fadiga, tosse, falta de ar
 Diagnosis Confirmado através de biópsia de um linfonodo anormal, medula óssea ou tecido tumoral suspeito
 Ocorrência Mais comum (6º câncer mais comum no mundo) Menos comum (cerca de dez vezes menos casos do que linfoma não-Hodgkin
 Faixas Etárias 45 anos ou mais 15 – 24 anos ou 60 anos ou mais
 Tratamento Principalmente quimioterapia
(R-CHOP regime quimioterápico)
Estágio I ou II – radioterapia, ± quimioterapia
Estágio III ou IV – sempre quimioterapia
(ABVD regime quimioterápico)
 Prognóstico Depende do tipo,
a recuperação é menos frequente do que no linfoma de Hodgkin
Um dos cânceres mais tratáveis


Você sabia que o linfoma não-Hodgkin é um câncer muito comum?

O linfoma não-Hodgkin representa 4% de todos os novos casos de câncer. Anualmente, cerca de 20 homens e mulheres em cada 100 000 desenvolvem essa doença. Em 2014, os Estados Unidos registraram 660 000 pessoas com esse diagnóstico. (Ref.)

O número de novos casos de linfoma não-Hodgkin aumenta anualmente. Contudo, isto pode estar relacionado com as melhorias nos meios de diagnóstico dessas doenças. (Ref.)

Non-Hodgkin Lymphoma symphoms and risk factors I DCA and Cancer

 

Muitos cânceres, incluindo o linfoma não-Hodgkin, são tratados com quimioterapia que pode ajudar a chegar na remissão total (câncer curado).

Infelizmente, o tratamento com esses medicamentos pode provocar reações adversas e problemas de saúde a longo prazo. Por vezes, a malignidade pode ser refratária (voltar) e será necessário se submeter a processos quimioterápicos novamente.

Sem surpresa, essa pode ser um par de razões pelas quais as pessoas procuram terapias alternativas no tratamento do câncer, sozinhas ou com a ajuda de outros especialistas.
 

Uma dessas opções alternativas é o Dicloroacetato de sódio. Antes de se pensar que se medicamento poderia ser usado para ajudar em doenças oncológicas, a substância já havia sido usada durante várias décadas como medicamento para crianças que sofrem de doenças mitocondriais congênitas.

A farmacocinética, a farmacodinâmica e os efeitos colaterais do DCA foram estudados e identificados muito antes das descobertas acidentais que apontaram para a possibilidade de esse medicamento ser útil no tratamento do câncer. (Ref.1), (Ref.2)

Mas qual o funcionamento do DCA? Simplificando, o mais importante a saber sobre o mecanismo é que o medicamento inibe uma enzima decisiva para o câncer - – piruvato desidrogenase quinase. Isso provoca várias alterações nas células tumorais.

Primeiramente, há uma atenuação do efeito Warburg. Isso recupera a respiração celular normal da glicólise aeróbica e diminui a acidez intracelular elevada. Depois, o dicloroacetato promove a apoptose seletiva das células cancerosas (morte celular), ou seja, interrompe o crescimento do tumor e reduz o seu volume. Por último, mas não menos importante, o DCA consegue ainda reduzir o risco de metástases. (Ref.)

São grandes conquistas, considerando que o risco de efeitos colaterais é significativamente menor quando toma DCA com outros suplementos alimentares. .
 
Mas se as reações adversas surgirem – elas são normalmente leves e não provocam muito desconforto. São totalmente reversíveis e desaparecem em alguns dias, quando se deixa de tomar dicloroacetato. (Ref.)

Parece ser um tratamento alternativo e promissor para o câncer. E já é útil para as pessoas que lidam com doenças oncológicas. (Ref.1), (Ref.2)

Acreditamos que poderá ajudar ainda mais pessoas. Por isso, gostaríamos de apresentar um caso de um homem com 52 anos que curou o seu câncer.

Ele apresentava um linfoma folicular não-Hodgkin em estágio IV, totalmente curado como resultado da automedicação com DCA (Dicloroacetato de sódio).

Non-Hodgkin Lymhpoma I Before and after DCA treatment

Aos 46 anos, começou a ter sintomas estranhos. Nos últimos 5 meses, perdeu muito peso (23 quilos), com febre constante e suores noturnos. Além disso, tinha os gânglios linfáticos cervicais aumentado, desde o topo do pescoço até a clavícula.

O doente decidiu não esperar mais e fez um exame. Os resultados de uma tomografia computadorizada concluíram que havia linfonodos linfáticos patológicos na sua cabeça, pescoço, tórax, abdome e pelve. Eram más notícias.

Após biópsias à sua medula óssea e linfonodos, o diagnóstico ficou claro – tinha linfoma folicular não-Hodgkin em estágio IV.

Pouco depois, os médicos aplicaram seis ciclos de quimioterapia R-CHOP (rituximab,ciclofosfamia, doxorubicina,vincristina e prednisolona).

O tratamento quimioterápico se prolongou durante vários meses intensos. Quando repetiu a TAC, os médicos confirmaram que ele não tinha mais câncer. Havia conseguido a sua primeira remissão (os seus tumores desapareceram).

O paciente regressou ao seu modo de vida anterior, continuou suas atividades diárias normais e efetuou regularmente exames de saúde no consultório do médico. Durante um ano foi totalmente saudável.

Contudo, após algum tempo, a febre, tosse e suores noturnos voltaram. Não apenas isso, mas perdeu 5 quilos em duas semanas.

Non-Hodgkin Lymphoma I DCA usage protocol for cancerO homem foi direto aos médicos e recebeu as más notícias após alguns procedimentos de diagnóstico.

Seus nódulos linfáticos haviam aumentado no lado direito da cabeça e do pescoço. O câncer tinha regressado

Quando lhe foi proposto repetir o tratamento, ele recusou, alegando que a quimioterapia e seus efeitos colaterais, especialmente náuseas e vômitos, o deixaram muito perturbado e que preferiria evitar a experiência.

Ele começou procurando tratamentos alternativos ao câncer, que pudessem melhorar sua situação.

Rapidamente encontrou o DCA, comprou a substância online e iniciou o seu tratamento.

O seu ‘‘protocolo de DCA“ diário consistia em:
• 1 000 mg de Dicloroacetato de sódio,
• Vitamina B1 500 mg,
• Ácido alfa-lipóico 1200 mg,
• Extrato de folha de chá verde (Jarro) 500 mg,
• 30 mg de  Mountain Dew (ele misturava com DCA e bebia).

O homem fez esse regime todos os dias. Eis os resultados:

✓ Após duas semanas, a febre, suores noturnos, fadiga e perda de peso melhoraram.
✓ Após um mês com DCA, seus linfonodos inchados começaram encolhendo. Dois meses depois, não havia linfonodos palpáveis.
✓ Após 71 dias com esse regime, os sintomas desapareceram por completo. Recuperou a sua sensação de bem-estar, tinha imensa energia, o apetite estava normal e conseguiu dormir novamente com qualidade.

Algo notável acabou por acontecer. Os sinais de câncer haviam desaparecido do seu corpo. Isso foi confirmado por uma análise PET em dezembro de 2008 (4 meses após ter iniciado sua terapia com DCA).

Todo o tumor havia desaparecido. O homem obteve a cura do câncer do linfoma não-Hodgkin.

Essa pessoa foi contatada pela última vez no final de 2012, já depois de ter vencido o câncer. Afirmou que continua tomando 1 000 mg de DCA três vezes por semana, juntamente com tiamina e ácido alfa-lipóico como medida profilática.

O homem de 52 anos se sente muito bem. Ele gosta da sua vida e trabalha a tempo inteiro. A última análise PET não detetou qualquer tecido e células cancerosas no corpo. Além de seus níveis de triglicerídeos e colesterol ligeiramente elevados, todos os exames de sangue são normais(a gordura e o colesterol são mais altos provavelmente devido a outras razões).

Non-Hodgkin Lymphoma I Before and After DCA treatment PET scan

Preparámos esse para apresentação com base na distribuição voluntária de documentos médicos aos investigadores.
 



Se quiser saber mais detalhes sobre o relatório, leia os dois estudos de investigação sobre esse caso.

A primeira análise foi preparada por um médico britânico - D. Flavin; a segunda foi feita por Stephen B. Strum e seus colegas dos EUA.

 

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