Como funciona o DCA?

Durante quase meio século, o DCA foi uma substância relativamente básica, aplicada no tratamento de pessoas com doenças mitocondriais congénitas. Há quase uma década, o interesse nesse medicamento aumentou por causa de novas investigações e alegações de que ele poderia ajudar no câncer. Desde então, tem havido muito interesse nessa medicação.

Nesse extenso artigo, tentaremos abordar de forma breve o que sabemos sobre o dicloroacetato e o seu funcionamento. Tentaremos explicar os mecanismos complexos da forma mais simples. Encorajamos todas as pessoas interessadas na terapia com DCA a lerem.

Então... Como funciona uma molécula pequena, barata e relativamente não tóxica como é o dicloroacetato?

De que forma as células cancerígenas atuam de forma diferente?



Para melhor entender o mecanismo do DCA, devemos compreender os vários processos que proliferam em uma célula cancerígena. O câncer é considerado uma doença genética em que os genes que controlam o crescimento e a divisão celular começam atuando anormalmente. Devido a um erro no nosso ADN, as células mergulham em um frenesim caótico, elas se multiplicam incontrolavelmente e alteram sua atividade metabólica normal.

Cada célula possui organelas importantes conhecidas como mitocôndrias. Essas estruturas são conhecidas como “plantas de energia celular”, já produzem a energia necessária para que os organismos vivos funcionem corretamente. Além disso, as mitocôndrias são importantes no ciclo de vida das células – têm papéis-chave na ativação da apoptose.

Infelizmente, as células cancerígenas diminuem a função mitocondrial. Ou seja, as células cancerígenas produzem principalmente energia através de taxas muito elevadas de glicólise para lá da mitocôndria, em vez de fosforilação oxidativa dentro da mitocôndria (efeito Warburg), que também provoca um grande aumente na captação de glicose e a exaustão do paciente.

Devido às alterações metabólicas intracelulares, a apoptose (morte celular natural) é interrompida e torna as células malignas "immortais".

A função suprimida da mitocôndria tem muitas vantagens para o tumor - ele consegue sobreviver e crescer sem oxigênio em condições anaeróbicas (por exemplo, as células que estão situadas no meio de uma massa cancerígena), estimula a biossíntese (crescimento e divisão do câncer), foge às células imunes e perturba a arquitetura normal dos tecidos (o câncer se torna mais maligno e mais perigoso).

Além disso, o efeito Warburg constitui um ambiente ácido. Essas condições danificam a matriz intercelular, libertam células cancerígenas na corrente sanguínea ou linfa e promovem a metástase (o câncer pode propagar-se e tornar-se mortal).

Como vemos, o efeito Warburg provoca alterações metabólicas que tornam o câncer uma doença dificilmente controlável. Mas surgiram recentemente ideias que permitem começar a entener e a abordar o câncer como uma doença metabólica e é aqui que a molécula de DCA se torna útil.


De que forma o DCA afeta o câncer?




Até ao momento, conseguimos ver como o metabolismo celular dos tumores é diferente das nossas células saudáveis e normais. As células malignas desligam as suas mitocôndrias e começam produzindo a energia principalmente através da glicólise citoplasmática e essas alterações trazem muitas vantagens para o tumor.

O dicloroacetato restaura a função mitocondrial anulada e tornando as "células más" não cancerosas. As mitocôndrias normalizadas ficam capazes de retomar o processo de apoptose interrompido (o sistema natural de suicídio intracelular) e as células prejudiciais começam morrendo sozinhos. Mais importante ainda, o medicamento é seletivo. Não envenena tecidos saudáveis e provoca efeitos significativos nas células não cancerígenas, como medicamentos quimioterápicos citotóxicos.

A forma como o DCA chega nesses resultados é através da inversão do efeito Warburg. A substância inibe uma enzima importante e essencial para a proliferação do câncer - a piruvato desidrogenase quinase (PDK). Uma vez mais, a célula começa produzindo a maior parte da sua energia de uma forma normal (através da fosforilação oxidativa). O mecanismo restaura a atividade metabólica celular normal.

O dicloroacetato de sódio tem muitas caraterísticas de uma terapia anticancerígena ideal. Falaremos desses recursos mais adiante.

Por que razão o DCA é um bom medicamento anticancerígeno?

Para começar, como resultado do aumento da apoptose, a substância interrompe de forma eficaz o crescimento tumoral (proliferação) e pode até fazer com que ele diminua de tamanho ou desapareça.

To our surprise, DCA can also reduce the vascularity of tumors (by inhibiting angiogenesis). Isso evita que os nutrientes cheguem e alimentem as "células más". Uma menor deposição dos vasos sanguíneos nas massas cancerosas significa também existem menos vias de propagação do câncer – reduzindo a probabilidade de metástase e de progressão da doença.

Por último, mas não menos importante, tendo em conta que o dicloroacetato é uma pequena molécula, ela atravessa a barreira hematoencefálica e pode ajudar no surgimento de tumores cerebrais. Atualmente, existem poucasprescrições que possam chegar na matéria cerebral, o que faz do DCA uma opção terapêutica considerável.

Porém, nós conhecemos a fundo a realidade em que os medicamentos anticancerígenos provocam graves resultados. A quimioterapia pode ter um efeito muito forte no corpo e proporcionar experiências desagradáveis. É por isso que os pacientes são especificamente preparados e tomam medicamentos antes da quimioterapia, para minimizar os eventuais resultados negativos.

Apesar disso, o DCA não é considerado uma medicamento quimioterápico citotóxico e parece provocar uma toxicidade sistêmica mínima. O dicloroacetato é uma opção suave para o tratamento não quimioterápico, o qual pode ter nenhuma, poucas ou ligeiras reações colaterais 

Todos os efeitos colaterais são reversíveis, o que torna essa molécula muito interessante. 

Resumindo, o DCA induz alterações intracelulares e macroscópicas que podem ajudar você a fazer uma terapia de sucesso contra o câncer e a alcançar boas melhorias. Muitas pessoas começam se sentido melhores em uma questão de semanas.


Que melhorias positivas é possível esperar?



Agora que sabemos quanto baste sobre esse tratamento relativamente novo contra o câncer, podemos focar nossa atenção na perspetiva científica mais prática. Quais são as possíveis experiências advindas do Dicloroacetato de Sódio?

Vale a pena sublinhar que a informação por nós mostrada é baseada em dados observacionais reais e recolhidos a partir da prática clínica dosprincipais centros de terapia com DCA do mundo.. O ponto principal, verdadeiro para todos os casos de câncer, é o seguinte - quanto mais cedo a doença for detetada e diagnosticada, quanto mais depressa agirmos, melhores resultados teremos. O tratamento com DCA nem sempre terá resultados positivos e ajudará todos os que a ele se submeterem.

A menor consequência positiva é a estabilização da doença. O tumor para a sua propagação e crescimento. Deixam de existir mais sinais de progressão do câncer. 

Como resultado da toma de DCA, há uma resposta positiva muito na melhoria dos sintomas. Os pacientes recuperam o apetite, ficam com mais energia, reduzem a fadiga, recuperam peso e sentem menos dor. Isso pode durar durante um período temporal considerável.

Mais importante ainda, as pessoas que sofrem com câncer têm melhorias nos testes sanguíneos e uma redução dos marcadores tumorais.

Os melhores resultados obtidos com a utilização de DCA são a redução considerável do tamanho do tumor ou a remissão completa do câncer. Os usuários de DCA têm seus tumores rastreados através de técnicas de imagem, como tomografias computadorizadas, ressonância magnética, ultrassonografia e mostram uma redução significativa do tamanho do câncer. Alguns reportam até uma recuperação completa do câncer.

Metade das pessoas que tomam DCA têm efeitos colaterais ligeiros que, na maioria das vezes, são neurológicos e melhoram com alguns suplementos dietéticos (por exemplo, Vitamina B1, Àcido Alfa-Lipóico)  ou fazendo uma pausa no tratamento.

WSumulando, devemos sublinhar que o dicloroacetato do sódio pode ser tomado sozinho ou com outros medicamentos anticancerígenos. Por norma, muitas pessoas ficam ansiosas por ter uma resposta – o DCA é aceitável juntamente com outras terapias contra o câncer?

Em suma, sim. É possível e até recomendável (com algumas exceções). Em relação a isso, iremos renuir mais informações e apresentá-las futuramente no nosso website.

Até lá...

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